Ozonioterapia na estética: O que você precisa saber sobre o tratamento
Foi somente em 1915, em Berlim, que o Dr. Albert Wolff empregou o ozônio na estética, para tratamento de doenças de pele, embora na Primeira Guerra Mundial já tivesse sido usado para efeitos cicatrizantes e anti-inflamatórios (ABOZ, 2017). …a administração em diferentes vias, de baixas doses de ozônio, em sua forma de gás, no objetivo de modular a maioria das funções protetoras da célula, principalmente em nível mitocondrial. Não é um remédio, e sim agente condicionador que ativa um sistema de sinalização que ajuda nosso corpo a curar por conta própria.
A Ozonioterapia tem sido usada e extensivamente estudada por muitas décadas; sua ação terapêutica é comprovada, consistente e com mínimos efeitos colaterais. O ozônio é considerado uma biomolécula, pois é produzido naturalmente por neutrófilos ativados quando participam da defesa do organismo. No entanto, além de promover a saúde, o uso da ozonioterapia no tratamento de distúrbios estéticos já é uma realidade, com bons resultados clínicos, desde o início dos anos 2000, principalmente na Rússia. Além do efeito de quebra das células de gordura, o ozônio ozonio para tratamento estetico via subcutânea estimula a produção de colágeno, a proteína que dá sustentação à pele. O ozônio medicinal vem sendo utilizado há mais de 150 anos devido às suas propriedades terapêuticas, porém, têm sido comprovados muitos benefícios da ozonioterapia estética, indicada para pele, cabelos, emagrecimento, gordura localizada e diversas outras possibilidades.
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A acne é definida por Cerqueira (in KEDE e SABATOVICH, 2004) como uma doença crônica e inflamatória que tem várias causas, danificando a pele, devido às complicações histológicas e as lesões, chamadas de comedões. Embora seja mais frequente na puberdade, a acne pode estar presente em bebês, adultos de qualquer idade e exacerbado na menopausa (Figura 6). Ana Paula afirma que, inicialmente, são necessárias entre 5 e 20 sessões, realizadas uma ou duas vezes por semana, dependendo do caso. De acordo com Maurício Mochida e Gisele Gomes, o tratamento não é indicado para pessoas com elevado estresse oxidativo, anemias profundas ou com favismo (deficiência de G6PD).
- Desenvolvida na Alemanha, a prática foi criada durante o século XIX e vem sendo muito usada desde a Primeira Guerra Mundial.
- O ozônio é um gás naturalmente localizado na atmosfera, formado na natureza entre o oxigênio e a energia gerada pela tempestade (eletricidade).
- Em 1857, Ernst Werner Von Siemens desenvolveu o primeiro gerador de ozônio (Figura 2), o que permitiu seu uso no tratamento de água, como agente desinfetante, (PHILIPPI, 2018).
- que leve em consideração os casos de sensibilidade a cosméticos, pois os produtos devem ser adequados para os diversos tipos de pele, condições de clima locais, evitando a estimulação das glândulas sebáceas.
A ozonioterapia é uma técnica que possui inúmeras vantagens e vem sendo amplamente utilizada para tratamentos estéticos. Esse procedimento estético é uma técnica não farmacológica que usa o ozônio para tratar mais de 200 patologias que têm ampla aplicação no campo da estética. Além do mais, o gás ozônio auxilia na oxigenação dos tecidos, favorecendo a sua recuperação.
Para Que Serve A Ozonioterapia?
O mercado da estética é bastante promissor, e o mercado está em busca de profissionais cada vez mais capacitados para lidar com essas demandas. Por isso, a especialização em Ozonioterapia Estética é uma excelente alternativa para quem busca crescer na carreira e aumentar as perspectivas profissionais. Por isso, profissionais como médicos, enfermeiros, biomédicos, fisioterapeutas, farmacêuticos e até mesmo odontólogos estão aderindo a essa nova especialização para atender a esse nicho de clientes. Contudo, nos últimos anos, ela vem sendo usada para fins estéticos, tais como o rejuvenescimento da pele, a remoção de manchas, entre outras coisas.